Arrependimentos mais comuns antes de morrer

Uma enfermeira australiana lançou um livro com a lista dos maiores arrependimentos de pessoas que estão prestes a morrer. Bronnie Ware, que é especialista em cuidados paliativos em doentes terminais, afirma que reuniu em seu livro “confissões honestas e francas de pessoas em seus leitos de morte”, que, segundo ela, ajudaram a mudar sua vida. Confira a lista e os comentários da enfermeira:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse

“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos e têm de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomaram, ou não tomaram. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

Eu ouvi isso de todo paciente masculino que eu trabalhei. Eles sentiam falta de ter vivido mais a juventude dos filhos e a companhia de seus parceiros. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”

3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos

“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, ele se acomodaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eles realmente eram capazes de ser. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que eles carregavam.”

4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos

“Frequentemente eles não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até eles chegarem em suas últimas semanas de vida e não era sempre possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que eles deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos. Tiveram muito arrependimentos profundos sobre não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”

5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz

“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso “conforto” com as coisas que são familiares O medo da mudança fez com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que eles estavam contentes quando, no fundo, eles ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”

Saúde: direito de todos e dever do Estado

Eu não dava o menor valor para o SUS (Sistema Único de Saúde) até assistir ao documentário “Sicko” do Michael Moore…

E também não achava tão perversa a política de saúde adotada pelos Estados Unidos. O documentário mostra que ideologias políticas podem e são usadas para atingir fins econômicos e que o ser humano vai até as últimas consequências quando o assunto é “ganhar dinheiro”.

Em tempo:

3 de abril de 2012. Acontece na Suprema Corte dos Estados Unidos um julgalmento histórico sobre a constitucionalidade da Patient Protection and Affordable Care Act (Lei de Proteção do Paciente e da Saúde Acessível). Mais conhecida como Obama Care, a Lei pretende reformular as bases da saúde pública do país, tornando, por exemplo, compulsório ao cidadão a cobertura médica, até 2014. Um dos pontos nevrálgicos da matéria diz respeito à suposta perda de autonomia dos 26 Estados norte-americanos frente a uma tal lei que conferiria poderes extravagantes à União. Os melhores advogados estão presentes para convencer os nove juízes da Corte. A batalha é difícil, mas cabe também à sociedade civil participar e pressionar. Espero que Michael Moore esteja por lá… Mais?

A Síndrome do Ninho Vazio

Entre as dezenas de milhares de e-mails que recebo (ok, não recebo tantos e-mails assim), selecionei este e-mail, para ser publicado:

Os filhos chegam (enchem a casa de alegria), crescem (enchem a casa de amigos), e um belo dia partem pra um vôo solo.

Clique aqui para assistir ao vídeo.

Através de imagens das quatro primeiras semanas de vida de passarinhos, o vídeo mostra o que costuma acontecer aos pais quando os filhos saem de casa para viver suas próprias vidas, fenômeno conhecido como a “Síndrome do Ninho Vazio”.